Aumentar as vendas durante a crise, é possível?

Aumentar as vendas durante a crise, é possível?

Diante de um país em crise, muitos empresários encontram-se desmotivados e sem perspectiva de futuro, fator associado a diminuição do poder de compra da população em geral e aos grandes entraves econômicos. Sendo assim, para garantir sua expansão, muitas empresas devem adotar uma visão holística da sua estrutura em relação aos seus seus clientes, aos seus produtos e aos seus funcionários – seus três grandes pilares. Com isso, então, ela deixa de focar apenas no lado quantitativo, e passa a entender as suas relações técnicas e humanas.

O produto

Um empreendimento de destaque deve sempre focar na especialização e na melhoria dos seus produtos. Contudo, empresários muitas vezes os vêem como filhos e acreditam que não possam ser melhorados, pois já alcançaram os seus respectivos estados de perfeição.

Esse fato pode ser decisório na estagnação de uma empresa por falta de inovação e de otimização.

 

Mas o que pode ser feito para garantir que isso não aconteça?

 

Todas relações que uma empresa possui são possibilitadas e embasadas através da linguagem – seja visual, verbal ou comportamental. Dessa forma, um cuidado maior em como a empresa se comunica tanto internamente quanto externamente pode ser diferencial no sucesso das suas vendas.

Sendo assim, uma renovação visual; um contato caloroso com seu público e membros; e um cuidado maior na (re)estruturação da sua linguagem poderiam ser atitudes válidas e diferenciais para a evolução da empresa, por exemplo.

E como saber o momento propício para transmutar?

 

Através de feedbacks recorrentes. Sendo assim, instiga-se da empresa o foco na captação dessas perspectivas por todas pessoas que se relacionam a ela.

Dessa forma, em relação aos membros, percebe-se que ter alguma ferramenta de captação de suas percepções periodicamente poderia ser uma medida importante para entender como a empresa se encontra organicamente e como está a realidade de quem a sustenta.

Aos clientes, uma empresa deve ter um serviço de atendimento bem estruturado e disposto a solucionar seus problemas, dando o suporte necessário. Assim, a forma como  isso ocorre pode ser decisória na sua fidelização, tema a ser abordado em seguida.

Outras formas de se explorar a relação da empresa com o meio externo pode ser por através de uma análise de mercado que capte imparcialmente a sua relação com o público-alvo, com a implementação de questionários ou entrevistas de maneira mais fluida e menos sugestiva.

Ademais, é sempre importante realizar benchmarkings com outras empresas. Assim, tem-se uma noção mais sensorial de sua realidade.

 

A importância da cultura motivacional ao funcionário

 

Como já mencionado, um dos principais pilares para o funcionamento de uma empresa é como ela se comunica internamente. Assim, uma empresa deveria ter em sua estrutura uma cultura definida, enraizada e acessível, de modo que haja uma interpretação  palpável dos seus valores – fator que alimenta a motivação individual de quem esteja em consenso com eles.

Sendo assim, relaciona-se uma empresa a um organismo, onde cada célula é importante para o funcionamento do todo. É, portanto, essencial se atentar para seu funcionamento individual, de modo a fomentar efetivamente uma cultura motivacional que a oriente para um cenário de expansão e de humanização.

Uma forma de se alcançar isso pode ser a implementação e renovação de um planejamento estratégico e motivacional.

Nota-se, por conseguinte, que uma empresa em um cenário desfavorável deveria romper com alguns medos, se orientando a uma transmutação bem estruturada que identifique seus os reais valores e a direcione de acordo com eles.

Essa transmutação pode se dar em inúmeros cenários, mas orientar a empresa para uma humanização efetiva, entendendo bem o seu organismo e as suas articulações do macro ao micro é garantir um envolvimento íntimo tanto com seus membros quanto com seus clientes, de maneira a expandir naturalmente a sua fluidez, credibilidade e fidelização.

 

Gabriel Jerônimo

Estudante de Engenharia de Produção da UnB. Face de Operação da IMPAR, a primeira spin-off de EJ do mundo. Criativo, visionário e determinado. Grato pelas coisas simples da vida e auto-desafiado a expandir os limites da percepção. Apaixonado por meditação e polo aquático.

 

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