Inkscape: Saiba como usar essa ferramenta para tornar seus processos mais visuais

Inkscape: Saiba como usar essa ferramenta para tornar seus processos mais visuais

Os métodos de visualização de mapeamentos de processos são diversos, podendo abranger tanto macro quanto microprocessos. Nesse sentido, muitas ferramentas podem ser utilizadas, representando as atividades de maneiras específicas. Bizagi, Draw.io, Real Time Board, Vision, PowerPoint, dentre tantos outros programas, abrem possibilidades de exibição, com funcionalidades particulares e singularidades no modo de desenhar o mapeamento.

Uma solução disponível, mas não muito difundida, é a utilização de editores de imagem, como Illustrator e Inkscape, cuja base é uma folha em branco, onde qualquer desenho e diagrama pode ser feito sobre ela. Aliado a esses programas, se encontra o site www.freepik.com, que contém inúmeros templates que podem moldar o mapeamento de processos.

Este texto traz como referência o programa Inkscape, que é gratuito e de fácil download, além de possuir as ferramentas necessárias para o desenvolvimento do trabalho.

Download

Antes de tudo, é importante ter o programa instalado e funcionando corretamente no computador. Para isso, deve-se acessar o site www.inkscape.org/pt-br/ e ir na aba “Download” no canto superior esquerdo, selecionar o sistema operacional do PC, escolher as especificações para baixar e aguardar a conclusão da instalação.

É importante conferir se o download ocorreu corretamente, abrindo o programa e verificando sua funcionalidade (de uma maneira livre mesmo). Estando tudo certo, é possível prosseguir para o mapeamento.

Mapeamento

Para esse tipo de mapeamento, é mais fácil ter um processo com um perfil macro do que é realmente importante, com procedimentos gerais, sem um alto nível de detalhamento das atividades (isso não quer dizer que não seja possível, porém a parte visual pode ser um pouco prejudicada). Nesse sentido, a depender do projeto ou do tipo de mapeamento necessário, essa visualização acaba não sendo a melhor possível.

Modelos

Com o mapeamento realizado e as etapas definidas, é necessário procurar um template que se encaixe com o resultado. Para isso, no site www.freepik.com encontram-se diversos tipos de modelos, que podem ser encontrados com uma busca simples e com uma procura dentre os resultados. Essa busca pode se dar com duas palavras-chave preferenciais: “Flowchart” ou “Business Timeline” (“Fluxograma” ou “Cronograma de Negócios”). Os frutos são diversos formatos para encaixe do mapeamento, como os abaixo:

 

 

Escolhido o modelo, é necessário fazer download dele, clicando e seguindo os passos solicitados (é necessário fazer um login simples). É baixada então uma pasta com alguns arquivos, sendo os mais importantes o JPG (que pode ser usada pra mandar a imagem para outras pessoas como exemplo ou para demonstração do que será feito) e o AI (específico de Illustrator, que pode ser aberto no Inkscape).

Modelagem

No Inkscape, no canto superior esquerdo, em “Arquivo” e, em seguida, em “Abrir…” (ou pressionando Ctrl + O) é possível abrir pastas salvas no computador. Nelas, deve-se buscar pelos arquivos AI (do Illustrator) ou SVG (do próprio Inkscape), que, quando abertos, tem as propriedades para que as edições possam ser feitas no programa.

Após aberto, é importante que se verifique as mudanças no template que devem ser feitas, buscando selecionar as partes do “desenho” e ver as que se estão juntas e as que não estão, porque o modelo é constituído de pequenas outras partes.

Funções básicas

Todos esses programas de edição possuem centenas de funções diferentes, que podem ser combinadas e utilizadas em uma variedade infinita de casos. Porém, como as mudanças para o mapeamento são simples, somente algumas funcionalidades são necessárias, e serão apresentadas a seguir.

  • Mudança de cor

Ao selecionar um dos detalhes do todo, é possível realizar diversas alterações nela, como redimensionamento, movimentação, alteração de cor, etc. Para mudança na coloração é importante visualizar no canto inferior esquerdo do programa a informação de “Preenchimento”, apontando, em seguida, para a coloração indicada. Para mudá-la, pode-se selecionar alguma das cores disponíveis na linha inferior ou, para uma mais específica, clicar duas vezes sobre a cor que aparece logo após “Preenchimento”, onde abrirá uma nova janela na esquerda, dando mais opções e podendo colocar, também, os valores RGB.

  • Selecionar mouse

Algumas funções do programa são realizadas diretamente com o cursor, com por exemplo dimensionamento das pontas, lupa, formas, lápis, caixa de texto, conta gotas, etc. Nesse sentido, é essencial observar qual função está selecionada para se saber o que irá ocorrer ao clicar em algo.

  • Selecionar e redimensionar

Geralmente, é possível selecionar as partes somente clicando sobre elas. Porém, algumas vezes essa função não é efetiva, por existirem imagens compactadas com várias formas. Para isso, é necessário utilizar a segunda opção da lista de possibilidades de cursor na vertical do lado esquerdo, onde se torna possível selecionar cada detalhe de todos as formas e composições.

Além disso, ao selecionar algum objeto, é possível redimensioná-lo com o cursor padrão, clicando em alguma das setas que surgem ao redor da imagem.

Conclusão

É notório que as possibilidades de edição são infinitas, sendo cada um responsável por uma formatação totalmente nova. Por isso, sempre é possível descobrir funcionalidades e maneiras de tratar as formas, podendo inovar em cada detalhe do programa. Mas pode confiar: a dificuldade de manuseio sempre será recompensada pelaqualidade do produto final!

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