Como reduzir os custos e aumentar o lucro da sua empresa

Como reduzir os custos e aumentar o lucro da sua empresa

Diante de um mundo cada vez mais globalizado e mais tecnológico, a competitividade entre as empresas se torna um fator de extrema relevância no cenário corporativo. Por isso, a redução de custos assume um papel decisivo no que tange a permanência de uma empresa no mercado.

Afinal, o que são custos?

Primeiramente é necessário entender uma diferença conceitual entre despesas e custos.

Despesas estão relacionadas aos gastos para o funcionamento do negócio. Assim, representam  o desembolso relativo à parte administrativa, entretanto, não favorecem  diretamente no geração de novos produtos.

Os custos, por sua vez, estão associados direta ou indiretamente à produção. Os custos se dividem em duas partes: fixos, os quais não variam com a produção, e os custos variáveis, que oscilam de acordo com as unidades produzidas.

Por que é a redução de custos é importante?

A redução de custos é fundamental para gerar uma maior rentabilidade e consequentemente gerar um maior lucro para a empresa.

Nesse contexto, à medida em que se tem um custo menor de produção,  o preço unitário cai e desse modo se torna mais atrativo – o que é essencial para encantar novos clientes e para fidelizá-los.

Nesse âmbito, tendo em vista essa grande relevância da redução de custos, aqui vão algumas dicas:

1. Estabeleça metas para a redução de custos

O primeiro passo é conhecer bem os processos e sua estrutura atual de custos. Para isso, deve-se efetuar um rigoroso mapeamento de todos processos da empresa (finalísticos e das áreas de apoio). Para esse mapeamento algumas perguntas podem ajudar:

– Quais são os processos e suas principais entradas e saídas?
– Por que cada processo existe?
– Onde cada processo é executado?
– Em quanto tempo são executados?
– Como está o desempenho de cada processo?

A partir disso, o gestor conseguirá ter uma melhor visualização de toda a instituição e, desse modo, será capaz de avaliar o que é essencial para a operação, com o objetivo de otimizar a dinâmica das áreas, garantir maior alinhamento entre estratégias e operações e permitir utilizar de forma adequada os recursos disponíveis.

2. Faça um gerenciamento de risco

O risco representa o efeito da incerteza no alcance dos objetivos da organização. Para minimizar os riscos, as empresas precisam estabelecer alguns controles. E controles implicam em custo. Portanto, deve-se buscar a redução de custos sem aumentar os riscos considerados aceitáveis pela organização.

Na atualidade, uma empresa que não faz uma gestão de risco eficaz dificilmente é capaz de manter-se no mercado. Por isso, é fundamental que a instituição mapeie possíveis ameaças, e que seja elaborado um plano de contingência.

Para que esse mapeamento seja feito com excelência, é recomendado que 5 (cinco) etapas sejam seguidas:

– Identificação: entender as fragilidades do negócio.
– Análise qualitativa: ouvir os gestores dos processos para saber a relevância de cada um deles.
– Análise quantitativa: investigação numérica de possíveis ameaças.
– Planejamento de Respostas: consiste na enumeração de riscos de acordo com sua importância.
– Monitoramento: acompanhar para garantir que a prevenção está sendo feita corretamente.
– Comunicação e Consulta: assegurar que o interesses das partes interessadas sejam compreendidos e considerados através de uma comunicação transparente sobre ricos (causas, consequências, medidas para gerir esse risco).

3. Faça um planejamento financeiro

Com todo o processo mapeado e todos os riscos monitorados o planejamento financeiro é uma ferramenta fundamental na estratégia de um empreendimento. Nele os gestores vão ter plena consciência de toda movimentação financeira da empresa, bem como do fluxo de caixa, análise de toda receita e de todas as despesas.

Desse modo, não quer dizer que uma empresa que planeja suas finanças não está suscetível a adversidades, todavia, ela estará preparada para enfrentar um momento inoportuno com tranquilidade e flexibilidade. Assim, essa organização de finanças é importante não só para a redução de custos, mas também para o desenvolvimento do mercado como um todo.

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